‘Gracie Maricá’ de casa nova


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A Academia Gracie de Maricá está de casa nova. O novo espaço foi inaugurado nesta quinta-feira, 01, e fica às margens da Rodovia Amaral Peixoto (RJ-106), número 28354, loja 04, km 28, no bairro Mumbuca, próximo a churrascaria Maminha de Ouro e da passarela.

Telefone para informações: 21 98313-1116. A coordenação é do Professor Guilherme Anastácio

História

O Jiu-jitsu começou há muitos anos atrás, na India, época de Buda. Os monges budistas viajavam muito e eram saqueados. Para evitar isto, eles inventaram uma forma de defesa dai nasceu o jiu-jitsu. Jiu-jitsu ao pé da letra significa arte suave e tem três princípios básicos: a técnica, a alavanca e a base. Depois da India foi para a China e posteriormente para o Japão. No Japão, deu um grande salto, tornou-se conhecido como é hoje em dia, e se inventou o kimono. Do Japão veio para o Brasil em 1914 através do lutador Mitsuyo Maeda. Os Gracies aprenderam Jiu-Jitsu com Maeda e vieram para o Rio de Janeiro montando a primeira academia brasileira de jiu-jitsu cujo endereço era na Rua Marques de Abrantes no Flamengo em 1925, e de lá para cá o jiu-jitsu foi muito aperfeiçoado pela familia gracie. Os gracies eram, Carlos, Gastão, Helio, e outros, sempre fazendo um marketing muito agressivo desafiando todos para mostrar eficiência da arte do Jiu-jitsu. Helio Gracie, aperfeiçoou o jiu-jitsu de tal forma que deu condições para que uma pessoa magra pudesse lutar contra uma pessoa grande e forte, tornando-se o pai do jiu-jitsu brasileiro, e de lá para cá, o ‘gracie jiu-jitsu’ só tem vitórias. Mais tarde, os Gracies mudaram a academia para o Centro da Cidade na Av.Rio Branco 151, 17 e 18 andar, e de lá para cá a academia gracie e os gracies sempre lutaram vale tudo. Em 1981, a academia gracie saíu da Av. Rio Branco e sua nova sede foi estabelecida no clube Vasco da Gamma, na Lagoa. Em 1985 mudou de sede novamente e foi para o colégio Padre Antonio Vieira no Humaitá onde se encontra até hoje.” Rolker Gracie

Mensagem do Mestre Helio Gracie:

“O Jiu-Jitsu que criei foi para dar chance aos mais fracos enfrentarem os mais pesados e fortes. E fez tanto sucesso, que resolveram fazer um Jiu-Jitsu de competição. Gostaria de deixar claro que sou a favor da prática esportiva e da preparação técnica de qualquer atleta, seja qual for sua especialidade. Além de boa alimentação, controle sexual e da abstenção de hábitos prejudiciais à saúde. O problema consiste na criação de um Jiu-Jitsu competitivo com regras, tempo inadequado e que privilegia os mais treinados, fortes e pesados. O objetivo do Jiu-Jitsu é, principalmente, beneficiar os mais fracos, que não tendo dotes físicos são inferiorizados. O meu Jiu-Jitsu é uma arte de autodefesa que não aceita certos regulamentos e tempo determinado. Essas são as razões pelas quais não posso, com minha presença, apoiar espetáculos, cujo efeito retrata um anti Jiu-Jitsu.”

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