Arena Flamengo vira palco de festival de artes marciais no sábado


O Complexo Esportivo Leonel de Moura Brizola (Arena Flamengo) recebeu no último sábado (24/08), o 1º Festival de Lutas. Realizado pela Secretaria de Esporte e Lazer, o evento promoveu o encontro dos alunos de Jiu-Jitsu, Capoeira, Taekwondo e Karatê, oferecidos nos núcleos dos projetos Maricá+Esporte e Esporte Presente.

“Isso é um marco para o município. É uma oportunidade única dessas crianças terem uma vivência prática em um universo diferente ao que elas estão acostumadas que são os locais das atividades”, afirmou o coordenador de esportes da pasta, Carlos Vagner. “Acredito que a inserção do jovem no esporte fortalece cada vez mais o aspecto da saúde, da socialização, da integração e afasta um pouquinho da tecnologia”, completou.

Durante o festival, os professores e alunos apresentaram vários golpes executados em cada modalidade como a ginga e a meia-lua da capoeira; os socos e os chutes do karatê; a montada e a chave de braço do jiu-jitsu e o Yop tchagui e ap tchagui do Taekwondo, entre outras técnicas como o quebramento de telhas.

“Costumamos fazer o quebramento para mostrar a superação do aluno, motivação e sua força”, explicou a professora de Taekwondo, Gisele Mendonça Uêda, que quebrou quatro telhas montadas uma sobre as outras durante a apresentação da modalidade. Em sua opinião, o festival tem um caráter significativo, pois apresenta as artes marciais para àqueles que não as conhecem profundamente. “Existem pessoas que não têm acesso ao esporte. Um evento grande desse é maravilhoso para vivenciarem, experimentarem e quem sabe futuramente aderirem ao projeto”, finalizou.

Além das apresentações, os alunos puderam experimentar por alguns minutos outras modalidades, assim como fez Lohan Barbosa Pacheco, de 17 anos, praticante de Jiu Jitsu e capoeira. “O festival é muito bom porque podemos ter experiência com outros tipos de lutas que não estamos acostumados a fazer”, disse o jovem que ensaiou uns golpes de Taekwondo que nunca tinha feito.

Aproveitando o momento de interação, Bárbara Albi, de 34 anos, não perdeu tempo e foi lutar capoeira com seu filho Matheus Albi, de 9 anos. “Isso é uma atividade que fazia na idade dele. Esporte é bom para a vida e poder participar com ele nesse momento é muito importante. É um estímulo”, avaliou.

Ao longo de todo o festival foram oferecidas frutas como banana, laranja, maçã e garrafinhas d’água para todos os participantes.

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