Comércios de Maricá voltam a funcionar com restrições


Lanchonetes, docerias e cafeterias são alguns dos estabelecimentos que voltaram a abrir as portas nesta quinta-feira (04/06) no primeiro dia da Bandeira Amarela 1 em Maricá. Essa nova fase de combate à pandemia da Covid-19 tem por objetivo manter o isolamento social, porém permite a abertura de algumas atividades econômicas na cidade, mas com restrições.

Uma das restrições presentes no novo decreto refere-se aos horários de funcionamento de cada estabelecimento de acordo com o seu seguimento que, na Bandeira Amarela 1, para lanchonetes, docerias e cafeterias são de seis horas seguidas, entre 8h e 22h.

De acordo com Delfim Moreira, vice-presidente da Associação Comercial de Maricá (ACM), a reabertura do comércio é bem-vinda e os empreendedores de Maricá se comprometem a seguir cada regra estipulada de acordo com a cor da bandeira vigente. “O comércio vai cumprir a parte dele, se mantendo dentro das normas e respeitando o decreto. O que precisamos agora é o apoio da população no sentido de que há alternativas. Muitos locais continuam ofertando o delivery, a população pode ligar para os estabelecimentos e confirmar o horário de funcionamento antes de sair de casa, por exemplo”, sugeriu Delfim.

“Tudo que está sendo pedido pelo decreto, estamos providenciando. Temos aqui o álcool liquido e em gel para a limpeza de vitrine, balcão, mesas e a disposição dos nossos clientes. Inclusive colocamos na entrada da lanchonete uma placa com o nosso horário de funcionamento e sinalizando o número máximo de pessoas que podem permanecer aqui dentro e, além disso, estamos orientado os clientes a respeitar o distanciamento social e todos os funcionários estão usando máscaras”, garantiu Rodrigo Pereira, proprietário de uma lanchonete próxima ao Terminal Rodoviário de Maricá.

Sobre o distanciamento das pessoas dentro dos comércios as medidas presentes na Bandeira Amarela 1 determinam 1,5 m de distancia e a organização de filas com o mesmo distanciamento. Também é exigido que além de disponibilizar gratuitamente álcool gel para os clientes que o estabelecimento borrife álcool liquido 70% nos produtos viáveis frequentemente.

Josiane Kelly, proprietária da lanchonete Companhia do Suco, no Centro, contou que desde o inicio da pandemia vem acompanho os decretos da Prefeitura e seguindo cada determinação.

“No início da pandemia ficamos fechados, mas após 30 dias começamos atender somete para entregas e, com o decreto, mesmo podendo abrir nossa loja, optamos por não liberar a entrada de cliente. Abrimos as portas, estamos seguindo todos os cuidados de higienização, mas só disponibilizamos uma única mesa na parte externa para evitar aglomerações e assim proteger clientes e funcionários”, disse Josiane.

Para o cliente Anderson Luiz, de 32 anos, morador da Mumbuca, a flexibilização na abertura do comercio é importante para a economia, mas o comportamento da população ainda precisa ser de atenção e cuidado.

“Hoje pude observar que alguns comércios que antes não podiam abrir já voltaram a funcionar, mas também vi que a maioria está seguindo as determinações e que os comerciantes estão tomando os cuidados necessários, como uso de máscaras e álcool gel, no combate ao coronavírus. Agora é hora da população continuar seguindo as orientações e mesmo com essa flexibilização do comércio, quem puder, deve ficar em casa”, pediu Anderson.

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