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07/07/2016 às 13h42min - Atualizada em 08/07/2016 às 10h46min

Pesca irregular de tainha são flagradas em Ponta Negra e Jaconé

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Irregularidades na pesca industrial da tainha estão sendo flagradas com frequência nas Praias de Jaconé e de Ponta Negra, mesmo durante o período de defeso. Além da pesca estar proibida, ela está sendo feita próximo da faixa de areia da praia, o que também é configura crime ambiental. Um ambientalista gravou um vídeo para denunciar a situação na última semana. A Marinha determina uma distância mínima de 200 metros da área onde estão os banhistas. No vídeo gravado pelo ambientalista, os pescadores que estão no barco jogam fora uma grande quantidade de peixes, que não têm valor comercial. "Estavam todos descartando, tirando fora da rede e jogando no mar. Devolvendo ao mar, porém já mortas, porque elas passaram a noite presas na rede e, naturalmente, vieram a morrer. E foi descartado, todas elas foram descartada. isso é um crime, um crime ambiental, uma coisa revoltante", comentou o ambientalista Luiz Lopes. Segundo moradores, as traineiras dos pescadores estão na ragião há cerca de uma semana atrás das tainhas que ficam próximo à costa. Mas a pesca está proibida pelo Ibama até 15 de agosto. Os moradores denunciam ainda que as embarcações usam até explosivos durante a pesca. "As denúncias que vêm informalmente pra gente é que várias pessoas que ficam nas praias observam a explosão e o barulho que se dá, principalmente na parte da manhã. e essa explosão eles utilizam como forma pra matar esses peixes que estão ao redor, mas não interfere só nos peixes, interfere em todo ambiente aquático" explicou o biólogo Alexandre Cardoso. A Capitania dos Portos, que fiscaliza as embarcações, esteve em Jaconé e vai usar o vídeo na investigação da denúncia. "O vídeo pode nos ajudar a identificar as embarcações e fazer com que nós façamos a notificação delas. Ao fazer a notificação, fazer com que os proprietários prestem esclarecimentos quanto aos atos ali apresentados no vídeo. Aí nós fazemos o auto de infração caso seja inerente, necessário", disse o Capitão Jonas. O Ibama ainda não comentou o caso.
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