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20/08/2016 às 01h07min - Atualizada em 25/08/2016 às 01h10min

Evento afro-religioso movimenta o Bairro da Amizade

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Foi reaberta no último sábado (20/08) a casa Ilê Axé TomiBocum (antiga Casa do Pai Liminha, Jonas de Jagun), no Bairro da Amizade. Realizado pela Fonte para a Orientação Religiosa de Matrizes Africanas (Forma), o evento, considerado um marco na prática do candomblé na cidade, contou com o apoio da Prefeitura através da Secretaria Municipal Adjunta de Assuntos Religiosos. O Xirê, confraternização com o sagrado, foi aberta ao público e contou com as presenças da yalorixá Nadinalva de Xangô, e do Ogã Antônio Rufino do Ogum, herdeiros do Axé de Manuel Rufino de Souza (Rufino do Beiru ou Rufino Bom do Pó), pai carnal, que é reconhecido nacionalmente. O casal veio de Beiru, Salvador (BA), para implantar a continuidade do axé de seu pai, consagrando a casa em Maricá com mesmo nome do Ilê da Bahia. A abertura foi possível porque Jove Chagas, 67 anos e 42 anos de Santo, neta direta de Rufino, entregou o titulo ao filho, o babalorixá Jonas de Jagun. A preparação do local durou um mês e a casa é a primeira no Brasil, depois do fechamento do terreiro na Bahia, a receber o mesmo nome. O Ilê (casa) foi adornada com folhas de dendezeiros e no chão, folhas de mangueira e aroeira representando o solo e as matas. No alto uma colmeeira, mesma do axé TomiBocum, fazendo uma ligação entre o axé da fundação em Salvador com o axé em Maricá. Com a cerimônia, Pai Liminha passou pela renovação de axé, sendo resgatado para o berço da nação mãe Angola e Jonas de Jagun responderá pelas duas bandeiras. A Casa ganhou a honra de dar continuidade a um axé centenário, com a presença dos filhos de Rufino, cuidadores do acervo de Manuel Rufino de Souza, descendente de Miguel Arcanjo, fundador do axé.
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