25/01/2017 às 04h41min - Atualizada em 25/01/2017 às 10h47min

Maricá faz ação de combate à Hanseníase

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A Secretaria Municipal de Saúde, através do programa da Hanseníase, realizou na segunda-­feira (23/01), no Centro de Diagnóstico e Tratamento (CDT), ação para celebrar o Dia Mundial de Combate à Hanseníase (comemorado no último domingo do mês de janeiro). Durante o evento a população tirou dúvidas e recebeu orientações por meio de seis palestras realizadas pela equipe de profissionais, com oito atendimentos individuais, sendo quatro de suspeita da doença, além de 35 atendimentos para verificação de pressão arterial. Amália Salimena é a responsável pelo programa municipal de Combate à Hanseníase. Ela explica que o tratamento é gratuito e a doença tem cura. “No diagnóstico já se inicia o tratamento. Pessoas que têm de uma a cinco manchas farão o tratamento por seis meses. Quem tiver mais de cinco manchas o fará por um ano”. Ainda segundo ela, o usuário passará por consulta médica e receberá a medicação. Há uma equipe composta por médica, fisioterapeuta, assistente social, enfermeiro e técnico de enfermagem para atender o paciente. “Sintomas da doença podem ser manchas esbranquiçadas ou avermelhadas com perda parcial ou total da sensibilidade em qualquer parte do corpo, menos nas axilas, couro cabeludo e virilha”, destacou Amália. Enquanto os usuários aguardavam atendimento médico e o horário para a realização dos exames de ultrassonografia, aproveitaram para assistir às palestras e tirar dúvidas. Carlos Augusto Loureiro Maciel é supervisor de vendas, tem 62 anos e mora em Jacaroá. Verificou a pressão e aprovou a ação. “Parabenizo a todos pelo trabalho, pois são poucos os municípios que fazem isso. Essa atividade de orientação e comunicação é importante para todos nós”, afirmou Carlos Augusto. A aposentada Carmem Lúcia Eufrosino da Silva, 64 anos, moradora do bairro Mumbuca também participou. “Vim fazer minha ultrassonografia e aproveitei o evento. “Para mim foi um incentivo a conhecer e prestar atenção para me cuidar”, disse Carmem Lúcia, após verificar a pressão arterial. Quem também gostou da ação foi a pensionista Maria Malvina dos Santos Mendes, de 71 anos, moradora de Itaipuaçu. “Foi muito bom. Vou chegar em casa e passar para minha filha o que aprendi aqui”, avaliou Maria Malvina. Quem tiver dúvida sobre a doença, pode procurar o programa municipal de combate à Hanseníase que funciona no Centro de Diagnóstico e Tratamento (CDT), ao lado do Hospital Municipal Conde Modesto Leal, na sala 10, de segunda à sexta­feira, das 8h às 17h.
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