04/12/2017 às 17h12min - Atualizada em 04/12/2017 às 17h12min

Em viagem à Rússia, Delaroli participa de conferência sobre o combate ao tráfico internacional de drogas


Deputado enfatiza a necessidade de ações integradas na área de segurança pública
O deputado federal Marcelo Delaroli (PR-RJ) participa em Moscou, na Rússia, da Conferência Internacional dos Parlamentares contra as Drogas. Integrante da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, Delaroli é um dos palestrantes do encontro, realizado durante três dias e que reúne parlamentares de 48 países. Em seu discurso nesta segunda-feira (04/12), Marcelo Delaroli expôs a situação crítica do Brasil e Estado do Rio de Janeiro em especial, com o aumento da criminalidade e a grande quantidade de policiais mortos. Delaroli enfatizou que no Brasil é fundamental que as autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário coloquem a segurança pública como prioridade, adotando medidas urgentes para combater o tráfico de drogas e a criminalidade em geral, como revisão do Código Penal com leis mais rigorosas, redução da maioridade penal, valorização dos profissionais da segurança pública, entre outras ações. Segundo Delaroli, a situação de guerra civil no Brasil, especialmente no Rio, é provocada pelo tráfico de drogas, que financia as facções criminosas que, por sua vez, são as grandes causadoras da violência, com mais de 60 mil mortes violentas por ano no país, mais de 500 policiais executados anualmente, tornando o Brasil o país mais violento do mundo. “A conferência está tentando buscar acordos para inibir ao máximo o tráfico, um problema internacional. O Brasil precisa da ajuda de todos para combater esse mal que está acabando com a saúde e a tranquilidade das famílias, falei da nossa extensão territorial e de países vizinhos que são os grandes produtores de drogas”, afirma Marcelo Delaroli. O deputado enfatiza a necessidade de integração das polícias do Brasil para combater os criminosos, pois crimes como roubos e arrombamento de caixas eletrônicos são cometidos pelas facções criminosas. “Essas trocas de experiências são bastante úteis. Tanto na parte operacional como na legislação de cada país. O objetivo é o mundo se unir contra o tráfico de drogas”, conclui Marcelo Delaroli.

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