22/08/2018 às 09h35min - Atualizada em 22/08/2018 às 09h35min

Maricá recebeu a 5ª Etapa do XXV Campeonato Estadual de Orientação


A Prefeitura de Maricá, através da Coordenadoria de Bem-Estar e Qualidade de Vida da Secretaria de Saúde, apoiou a realização da 5ª Etapa do XXV Campeonato de Orientação do Estado do Rio de Janeiro, que aconteceu no último domingo (19/08) na restinga de Itaipuaçu. De acordo com o coordenador de Bem-Estar e Qualidade de Vida, Bruno Rodrigues, Maricá recebeu a competição em virtude de um contratempo que a organização encontrou no local onde a prova seria realizada anteriormente. “Houve um problema na cidade que iria sediar o campeonato, e nós prontamente abraçamos a realização. Os organizadores se encantaram com o nosso município e já sinalizaram a possibilidade de trazer as etapas anuais do estadual para cá”, ressaltou Bruno. Organizada pela Associação de Orientação dos Alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COUFRJ), Elite Clube de Orientação, Clube de Orientação Caça-Prisma (COCAPRI), juntamente com a Federação de Orientação do Estado do Rio de Janeiro (FORJ), a competição reuniu cerca de 220 atletas, divididos em 40 categorias. De acordo com o traçador de percursos do Clube de Orientação da UFRJ, Fábio Matos, os atletas são divididos em categorias de acordo com o gênero, faixa etária e nível de habilidade no esporte. “Cada atleta corre como seu próprio chip, pessoal ou cedido pela organização, que registra as atividades do competidor ao chegar nos pontos de controle, representados por um prisma. O esporte tem duas categorias especiais, elite masculina e elite feminina, o importante é que os atletas de uma mesma categoria não partam juntos, para evitar situações de perseguição”, disse Fábio. Professor da escola de Educação Física da UFRJ, José Maria Pereira da Silva, que ministra as disciplinas de Atletismo e Esporte Orientação, falou sobre os fundamentos do esporte. “A UFRJ oferece esta disciplina desde 1992, para alunos de licenciatura e bacharelado em educação física e dança. Alunos de outras universidades costumam vir fazer o curso, tendo em vista que a UFRJ é a única no Brasil que oferece a disciplina com carga horária de 60 horas/aula e tem por objetivo a formação de futuros professores vão atuar em escolas e ambientes formais e não formais”, explicou. O atleta Pablo Sirzina, que começou a praticar a orientação em 2008, contou que até o ano de 2014 não faltou nenhuma etapa do Campeonato Brasileiro. “O esporte orientação é um hobby que me leva para perto da natureza, tem corrida, raciocínio rápido e eu logo me apaixonei. Depois de 2014 acabei ficando um pouco afastado, mas voltei em 2016”. Subtenente do Exército Brasileiro, Welton Nunes aproveitou a etapa de Maricá para levar a filha Lívia Helena, de 09 anos. “Por ser militar, estou sempre participando destas atividades, mas para ela é a primeira vez. Maricá é uma região bem bonita, o interessante de fazer o percurso em uma área destas é explorar as diferenças do terreno, que tem dunas, praia e vegetação”, finalizou.
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