11/09/2020 às 09h29min - Atualizada em 11/09/2020 às 13h35min

11 de setembro: 19 anos do maior atentado terrorista da história

Foto Internet

Por Nathália Muller - Hoje, 11 de setembro de 2020, completa cerca de 19 anos da série de atentados ao Estados Unidos, marcado pela queda das torres gêmeas, em Nova York, no ano de 2001.

Muitos eram crianças quando leram e viram reportagens da televisão sobre o ataque terrorista, que chocou o planeta e provocou a morte de quase três mil pessoas.

A série de ataques suicidas contra os Estados Unidos foram coordenados pela organização fundamentalista islâmica al-Qaeda. Na manhã daquele dia, dezenove terroristas sequestraram quatro aviões comerciais de passageiros. Os sequestradores colidiram intencionalmente dois dos aviões contra as Torres Gêmeas do complexo empresarial do World Trade Center, na cidade de Nova York, matando todos a bordo e muitas das pessoas que trabalhavam nos edifícios. Ambos os prédios desmoronaram duas horas após os impactos, destruindo edifícios vizinhos e causando vários outros danos.

O terceiro avião de passageiros colidiu contra o Pentágono, a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, no Condado de Arlington, Virgínia, nos arredores de Washington, D.C.. O quarto avião caiu em um campo aberto próximo de Shanksville, na Pensilvânia, depois de alguns de seus passageiros e tripulantes terem tentado retomar o controle da aeronave dos sequestradores, que a tinham reencaminhado na direção da capital norte-americana. Não houve sobreviventes em qualquer um dos voos.

Pandemia muda homenagens às vítimas dos atentados

Devido a pandemia de coronavírus, a homenagem as vítimas dos atentados acontece de uma forma diferente em 2020. Nos anos anteriores, os familiares de cada uma das pessoas liam os nomes delas em uma cerimônia que se tornou tradicional.

Este ano, em uma tentativa de evitar aglomerações, a leitura dos nomes será gravada previamente e exibida em uma transmissão pela internet. O mesmo vai acontecer nas cerimônias em homenagens às pessoas que morreram na queda do voo 93, na Pensilvânia, e no Pentágono, em Washington.

No memorial Ground Zero de Nova York, os parentes das vítimas poderão comparecer para prestar suas homenagens durante as cerimônias, mas para evitar as aglomerações, a organização espalhou alto-falantes pelo parque, para que as pessoas possam ouvir a leitura e manter o distanciamento social.

Outras tradições que serão mantidas incluem o toque de um sino no horário de cada um dos ataques, a presença de uma guarda de honra e, à noite, os dois enormes holofotes que projetam feixes de luz azul simbolizando as duas torres serão acesos.


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