‘Programa Segurança Presente’ pode ser implantado em Maricá


O Governo do Estado pode ser autorizado a implantar o programa Segurança Presente em todos os municípios do Estado do Rio. O programa já existe em Niterói e devido ao aumento da criminalidade em Maricá, poderá migrar para a cidade.

O objetivo é evitar situações de conflitos e reduzir a criminalidade. A determinação é do projeto de lei 48/19, do deputado Rosenverg Reis (MDB), que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) vota nesta quarta-feira (18/09), em primeira discussão.

“Vivemos diariamente com olhar desconfiado, entrando em lojas para atender o telefone, evitando alguns lugares a noite, ou então até mesmo o simples ato de se sentar no banco de uma praça. Hábitos que se tornaram preocupantes no nosso dia a dia, tendo em vista a ausência de segurança nas ruas”, afirmou Rosenverg.

Apoio da Alerj em agosto, o Segurança Presente chegou à Nova Iguaçu. O município foi o primeiro da Baixada Fluminense a receber o programa, a partir de uma parceria entre o Governo do Estado e a Alerj. Em Nova Iguaçu, serão 96 agentes fixos contratados, entre policiais militares e civis egressos das Forças Armadas, e três assistentes sociais atuando na região do Centro, além de 37 vagas diárias para PMs que queiram trabalhar na folga. O programa funciona todos os dias, das 8h às 20h.

Maricá vive momentos ruins com a segurança pública, devido ao baixo efetivo da Polícia Militar. A 6ª Companhia de Maricá luta incansavelmente com seus agentes para coibir os crimes na cidade, mesmo em meio a dificuldades.

Há especulações sobre a criação de um batalhão na cidade, mas nada concreto. Principalmente nos Condomínios ‘Minha Casa, Minha Vida’, o Programa Segurança Presente seria de bom proveito, já que os agentes iriam reforçar o policiamento diariamente nos locais, que estão tomados pelo tráfico de drogas.

No último domingo, uma criança de 8 anos foi baleada no ‘Minha Casa, Minha Vida’ de Itaipuaçu, em um confronto de facções.

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