Pulseiras de identificação para crianças são distribuídas em praias de Maricá


Pulseiras de identificação para crianças são distribuídas em praias de Maricá.
Pulseiras de identificação para crianças são distribuídas em praias de Maricá.

LEI SECA MARICÁ :: DANIEL RICARDO- Pulseiras de identificação para crianças estão sendo distribuídas nas praias de Maricá. A iniciativa é da Defesa Civil Municipal.

A ação realizada na Praia da Barra quer evitar que os pequenos se percam de seus pais e a ideia é que o serviço seja estendido a todas as Praias de Maricá. Com praias lotadas, muitas cores e informações, as crianças pequenas, sem muito senso de direção, podem se perder facilmente. O melhor remédio nessa hora é o olhar atento dos responsáveis, mas todo os artifícios para a prevenção são bem-vindos.

A pulseira com o nome dos responsáveis e contatos telefônicos facilita a sua identificação e faz com que a criança fique sozinha por menos tempo.

— O dano que uma criança desaparecida pode causar é grande, por ser um desaparecimento involuntário. A intenção é que isso não aconteça e que os traumas psicológicos sofridos pela criança sejam reduzidos — ressalta o secretario adjunto de Proteção e Defesa Civil, Luiz Carlos dos Santos afirmando que o desafio para o poder público é evitar que casos de crianças perdidas se transformem em desaparecimentos. 

Dicas para os pais

– Fique de olho na criança, a melhor maneira de evitar que ela se perca é a prevenção.
– Caso a criança se perca, procure um agente público: guarda-vidas ou policial militar l. É fácil identificá-los, pois estão sempre uniformizados. Eles saberão como proceder.
– Em seguida, mobilize o maior número de pessoas possível, passando as características físicas da criança.
– Quanto menos tempo a criança ficar perdida, menor será o trauma enfrentado por ela.

Dicas para quem encontra uma criança perdida

Ao encontrar uma criança perdida, a primeira coisa a fazer é gritar pelo nome dos pais, que geralmente não estão longe. Caso não haja resposta, leve o menino ou menina até um agente público para pedir orientações. Quando a criança está de pulseirinha, tudo fica mais fácil, pois o adulto que a encontrar tem acesso aos contatos dos pais e a criança pode ser devolvida à família mais rapidamente.

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