Tragédia no ‘Minha Casa, Minha Vida’ gera discussão na Câmara de Vereadores de Maricá


O confronto entre criminosos que deixou uma criança ferida no Condomínio ‘Minha Casa, Minha Vida’ de Itaipuaçu, neste domingo, 15, gerou discussão entre os vereadores durante sessão ordinária na Câmara Municipal de Maricá, nesta segunda-feira, 16.

O líder do Governo, Fabrício Bittencourt (PTB) sugeriu a criação de Centro de Operações, assim como acontece na cidade do Rio de Janeiro, para aumentar a vigilância no município. A ideia é integrar as polícias Militar e Civil, Guarda Municipal e Corpo de Bombeiros.

O vereador Fabiano Novaes (DEM) afirmou que o policiamento na cidade melhorará quando houver uma integração entre os policiais lotados no 12º BPM (Niterói) e os militares que prestam serviços por meio do Proeis. O vereador Dr. Richard (PT) sugeriu pedir reforço com os deputados estaduais de Maricá, além de criar uma comissão especial destinada a tratar da segurança pública.

O vereador Chiquinho (PP) solicitou a colocação de viaturas nas duas unidades habitacionais do MCMV, além de blitzes nas entradas e saídas da cidade. Chiquinho também pediu que veículos do Proeis façam rondas dentro dos condomínios. Em resposta, Fabrício explicou que as normas do programa não permitem que os policiais realizem o policiamento em áreas de risco. Em contrapartida, Rony Peterson (PR) pediu revisão nesse contrato para os PMs possam fazer patrulhamento nos condomínios.

O presidente da Câmara, Aldair de Linda (PT), salientou que a segurança é de responsabilidade do Governo do Estado. Ele explicou que o número de policiais não aumenta há, aproximadamente, oito anos em Maricá. O vereador Ricardinho Netuno (Patri) sugeriu o pedido de uma nova companhia de policiamento caso o Estado não construa um batalhão. O vereador Dr. Felipe Auni (PSD) informou que em conversa com policiais obteve a informação de que uma companhia independente no lugar de um batalhão seria mais adequada para Maricá.

O vereador Fabiano Novaes falou sobre a importância de haver uma sala de custódia no Hospital Municipal Conde Modesto Leal para abrigar criminosos que precisarem de atendimento médico.

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