Vereador denuncia superfaturamento na compra da merenda escolar de Maricá

Saúde e educação foram novamente os temas debatidos no plenário da Câmara de Vereadores de Maricá. Filippe Poubel (DEM) pediu esclarecimentos quanto ao preço dos alimentos comprados pela Secretaria Municipal de Educação. Ele explicou que há uma grande discrepância nos valores comprados pela secretaria citada com a de Assistência Social.

“Venho a essa tribuna falar mais uma vez de um bandido que está preso pela polícia federal, proprietário da Comercial Milano. Essa empresa tem diversos contratos com nosso município. Os empenhos pagos em 2017 no valor de R$ 1.271.000 são empenhos da Secretaria de Assistência Social e fiz comparação com a Secretaria de Educação sobre o contrato de 2017 no valor de R$ 2 milhões e fiquei estarrecido com a diferença de valor. O feijão pago em fevereiro pela Assistência Social foi R$ 3,54, o feijão pela Educação foi R$ 10”.

Ricardinho Netuno (PEN) pediu atenção da Secretaria de Saúde quanto ao atendimento odontológico na UPA de Inoã. Ele explicou que pacientes não foram atendidos por falta de anestesia. Netuno também elogiou a colocação de lâmpadas nos postos em Itaipuaçu.

“Recebi duas ligações de pessoas que não foram atendidas para tratamento odontológico por falta de anestesia. Isso me preocupa porque desde o início do ano temos esse problema”.

Poubel lamentou mais uma vez a fila para a marcação de consultas no Centro de Diagnóstico, no Centro.

Em resposta, o presidente Aldair, explicou que em visita ao hospital constatou pessoas oriundas de outras cidades.

“Estive no hospital e vi o funcionamento e lá constatei que tinham pessoas de Saquarema, Itaboraí, Rio do Ouro sendo atendidos porque as cidades vizinhas estão falidas. Acho que poderiam ir lá ver quantas pessoas são de outras localidades.

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