22/04/2016 às 11h56min - Atualizada em 22/04/2016 às 11h56min

Alunos do Joana Benedicta Rangel participaram de ação contra o aedes aegypi no Centro

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Foto :: Clarildo Menezes[/caption] Um grupo de aproximadamente 50 alunos do 6º ao 9º anos do C.E.M. Joana Benedicta Rangel, no Centro, participaram de uma ação de conscientização e combate ao mosquito aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e da febre chikungunya. Acompanhados pela direção da unidade, os estudantes montaram uma tenda na Praça Orlando de Barros Pimentel, também no Centro, e distribuíram panfletos explicativos sobre como evitar a proliferação do mosquito. De acordo com a diretora-geral Luiza Dalva, a Secretaria Municipal Adjunta de Saúde também participou ministrando palestras sobre o tema, que já era trabalhado em sala de aula. “O que fazemos hoje é uma conscientização junto à população. Os alunos serão multiplicadores junto às suas famílias e amigos”, projetou ela, que teve o auxílio do diretor pedagógico Luiz Carlos Gonçalves. “Esse tema foi até questão de prova para eles. O trabalho aqui é de sensibilização”, disse ele. A ação recebeu elogios de um dos palestrantes, que também estava na praça. “Nós apenas aprofundamos a questão com as palestras, mas o trabalho de instrução dentro de sala foi muito bem feito. A escola está de parabéns”, avaliou Edson Siqueira de Souza, da equipe de Educação em Saúde da Subsecretaria de Atenção Básica. Para os alunos, com idades entre 11 e 17 anos, a ação serviu para que eles compartilhassem experiências próprias com o aedes aegypti. “Eu mesma tive dengue hemorrágica e levei um mês para me recuperar. Além disso, um tio meu teve chikungunya. Foram coisas que me fizeram prestar mais atenção a este assunto”, revelou Vitória Figueiredo Lucas, de 12 anos, aluna do 8º ano e moradora da Mumbuca. A colega de bairro e de ano escolar, Mariana Azeredo, contou que teve de cuidar da mãe, que também sofreu com o tipo mais grave da dengue. “Ela ficou internada no hospital aqui do Centro e foi muito ruim, porque o caso dela foi bem grave. Saía da escola e ia direto para lá cuidar dela, até o dia em que ela saiu de lá. Isso mudou muito minha visão da doença e do que faz o mosquito se criar. Tem que evitar mesmo”, afirmou a aluna, de 15 anos.
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