17/04/2016 às 10h14min - Atualizada em 18/04/2016 às 14h53min

RJ-106: Baloeiros fecham Serra do Calaboca para resgatar balão

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RJ-106: Baloeiros fecham Serra do Calaboca para resgatar balão[/caption] Apesar de ser considerado crime ambiental desde 1998, com pena de um a três anos de detenção, mais multa, a prática de soltar balões continua em alta. Embora o número de balões tenha caído após a proibição, eles estão cada vez maiores, existem casos em que foram apreendidos balões de 30 metros de altura. Depois de serem soltos, os balões não têm mais controle nem direção. Quando no ar, eles colocam em perigo a navegação aérea, pois não são detectados por radares. Ao cair, podem atingir casas, florestas, redes elétricas ou até postos de combustíveis. Nas refinarias e polos petroquímicos, existem equipes de segurança que vigiam o céu 24 horas por dia para evitar incêndios. O resgate de um balão é tão importante para um baloeiro quanto soltá-lo. Nessa corrida, eles desobedecem leis de trânsito e invadem propriedades. Na manhã deste domingo, dia 17, um grupo de baloeiros interditou o fluxo de veículos no km 11 da RJ-106, na Serra do Calaboca, para realizar o resgate de um balão e o trânsito ficou interrompido por cerca de 15 minutos. A polícia monitora as redes sociais para impedir a soltura e prender os baloeiros. Alguns acabam presos, mas pagam fiança, são liberados e normalmente voltam a cometer o crime.


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