31/07/2021 às 08h00min - Atualizada em 31/07/2021 às 11h06min

Prefeitura de Maricá disponibiliza espaço para atendimento a puérperas, gestantes e recém-nascidos

Foto: Evelen Gouvêa

LSM - A Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Saúde, disponibilizou um espaço para o atendimento e auxílio às puérperas, gestantes e recém-nascidos. Familiares e acompanhantes também podem ser orientados.

A amamentação é considerada fundamental para a saúde do bebê, mas às vezes as as mães encontram dificuldades nesse processo. Por isso a prefeitura disponibilizou espaços como sala de amamentação e banco de leite humano, com o auxílio de profissionais capacitados.

O espaço fica localizado no Posto de Saúde Central, no Centro, e conta com sala de coleta de leite materno e apoio à amamentação, além de oferecer tratamento de laserterapia para trauma mamilar, indicado para tratamento de fissura mamária (seios machucados), candidíase mamária e outros problemas que possam surgir na amamentação. A aplicação do laser está condicionada a consultas e avaliações.

Atualmente, a sala de aleitamento atende 60 mães mensalmente e conta com 18 doadoras. Todo o leite arrecadado pela sala é enviado ao banco de leite materno do Hospital Universitário Antônio Pedro, em Niterói, para ser utilizado pelos recém-nascidos de toda a Região Metropolitana. O banco de Niterói possui os equipamentos de pasteurização que tornam o leite melhor.

A enfermeira e especialista em amamentação, Karina Oliveira, falou um pouco mais sobre a ação. “A usuária que apresentar algum problema de amamentação, dificuldade ou até mesmo dúvidas em relação a amamentação pode entrar em contato conosco. Nós damos todo suporte e orientamos para ajudar a corrigir o problema”, afirmou Karina.

“Se for para doação de leite materno, a pessoa pode ligar ou mandar um WhatsApp que vamos até a casa dela, fazemos o cadastro, passamos as orientações e uma vez por semana recolhemos o leite”, completou.

Suelen Barbosa, de 27 anos, mãe da pequena Sophia Barbosa, que nasceu no mês passado no Hospital Municipal Conde Modesto Leal, contou que sentia muita dor ao amamentar e a forma indevida acabou causando machucado nos seios. Há aproximadamente 15 dias ela faz o acompanhamento e o tratamento com laser.

“O processo de começar a amamentar foi muito difícil para mim. Foi quando fui encaminhada para a sala de amamentação e pedi ajuda. Dei início ao tratamento e tudo começou a mudar. As enfermeiras conversaram comigo, me ensinaram as maneiras corretas, as posições específicas para não causar nenhum machucado”, contou.

“Eu não sabia que mudaria tanto o meu ponto de vista. Hoje sinto prazer em amamentar e não sinto mais dor, ela está mamando muito mais”, comemorou a mãe enquanto amamentava.

O pai da Sophia, Fabiano de Azevedo, de 39 anos, comentou a importância do auxílio à amamentação na rotina da família. “Era muito ruim para mim, como pai e marido ver aquela situação. Ela dava mamar e ficava com muita dor e toda encolhida, agora ela já faz isso sem sentir dor. Ficou tudo mais tranquilo”, disse.


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